ADVERTORIAL

A verdade “suja” sobre ácido hialurônico que as empresas não te contam!

Produto bom, mas pode ser muito melhor! Estudos provam que é possível triplicar o efeito do ácido hialurônico (que já é considerado um dos melhores antirrugas do mundo!)

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Cremes e injeções de ácido hialurônico podem estar sendo vendidas com o tipo de mais fraco de ácido. “Esta simples troca de fórmula faz o efeito do sérum ser melhor que das injeções”, garante especialista em pele.

Recentemente um rejuvenescedor está ficando famoso entre as mulheres de +40 anos: o ácido hialurônico. Por ser ótimo para a redução de linhas finas e preenchimento da pele este trunfo é a saída para quem quer parecer 10, 12 anos mais nova sem nem passar perto de um bisturi.

Mas nem tudo é tão bom! O que você – e a maioria das mulheres – provavelmente não sabia é que mesmo devolvendo MIL VEZES a espessura da pele fina e envelhecida, o ácido hialurônico comum não penetra tão bem na pele.

Isso não significa que o ácido não presta! Mas sim que o resultado dele pode ser MUITO melhor do que o que você já tem.

Quem garante é a especialista em envelhecimento cutâneo Dra. Marta Ribeiro, que tem uma clínica especializada em São Paulo e já rejuvenesceu mais de 60 mil mulheres, com índice de satisfação de 87,5%.

“O Ácido Hialurônico comum é ótimo porém não penetra 100% na pele. É normal mulheres se queixarem do aumento da acne e do efeito rebote por isso. É um ácido caro (com preço alto) e que poderia performar melhor se fosse tratado adequadamente. Eu sempre recomendo a mais recente variação do ácido para não ter erro, porém já usa o comum dificilmente sabe dessa variação, que além de mais eficaz é mais econômica, visto que você gasta menos para mais resultado”, diz a médica quando perguntamos se ela iria começar a recomendar o NOVO ÁCIDO para suas pacientes.

Ou seja:

  1. Pelo ácido COMUM não entrar nas camadas mais profundas da pele, a ação antirrugas dura até 3x menos do que duraria caso o produto não fosse “desperdiçado”;
  1. Essa camada de ácido que fica “do lado de fora” é o motivo de você AINDA ter espinhas. Afinal, poros obstruídos causam efeito rebote, que é aquela onda de oleosidade e espinhas que a gente não sabe explicar da onde veio…

Não estamos dizendo que o ácido comum não dá resultado, os dermatologistas sabem que ele é MUITO bom!

A questão é: já existe um tipo ainda melhor! Uma versão ATUALIZADA deste ácido preenchedor, que por vez não causa espinhas (pois não fica acumulado nos poros).

Abaixo, o seu ácido hialurônico comparado com este novo tipo, descoberto em pesquisas recentes:

Pele com ácido hialurônico comum e pele com o ácido hialurônico do tipo certo. Diferença de 56% na absorção.  Foto: Estudo “Comparative study between the effects of hyaluronic acid”, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Então se você quer parar de gastar dinheiro em vão e ficar mais jovem…

E não quer sofrer com acne por causa de um antirrugas que nem cumpre o máximo do seu potencial…

Continue lendo a reportagem para saber o que os melhores dermatologistas dos Estados Unidos recomendam.

E se você tiver interesse em ter uma pele até 75% menos enrugada e mais resistente ao tempo, saiba também ONDE ENCONTRAR O TIPO CERTO DE ÁCIDO HIALURÔNICO NO BRASIL!

C – O ácido hialurônico certo precisa ter baixo peso molecular, pois só assim ele penetra na pele.

Deixa a pele “sebosa” e dá espinha? A verdade SUJA do hialurônico

Os dermatologistas cansam de recomendar e até funciona. Realmente com o ácido hialurônico a pele fica com menos linhas de expressão.

Mas a verdade é que usar o tipo errado (e mais comum) deste ácido é como cair no conto da Cinderela: a mágica acaba com o passar do tempo.

E é aí que mora a pegadinha: este é o motivo de você ainda ter rugas e sentir a pele oleosa!

Para te alertar, a dermatologista Dra. Christy S, dos Estados Unidos, explica como deve ser o ácido hialurônico ideal: 

Dra. Christy S.,Dermatologista com 10 anos de experiência em química cosmética explica os efeitos do ácido hialurônico a curto prazo no rosto.

“As moléculas do ácido hialurônico comum são grandes demais e não penetram bem na pele. Por isso, a melhor e única forma dele funcionar por mais tempo e sem acne é estando EM BAIXO PESO MOLECULAR e fortalecido com complementos anti-idade”, explica.

Baixo peso molecular significa que o ácido hialurônico precisa ser “quebrado em pequenos fragmentos” para ser totalmente absorvido pela pele.

Ótimas notícias, não é mesmo? “Esta simples troca de fórmula faz o efeito do sérum ser melhor que das injeções”, finaliza a médica.

Versão popular do ácido não é tão eficiente: “só cumpre 25% do potencial firmador”

De acordo com um estudo da Universidade de Stanford sobre a nova variação do ácido hialurônico, é possível melhorar em 75% resultados firmadores que já são bons.

As empresas de cosméticos sabem disso e, mesmo assim, vendem um ácido de alto peso molecular, que penetra pouco na pele. 

O resultado: você pode até ver a pele ficando lisa e uniforme… mas isso é só 25% do resultado que você REALMENTE poderia ter.

E mais! Como o efeito acaba rápido, você gasta MUITO mais produto (e dinheiro).

Isso te faz virar refém de uma marca, comprando aquele mesmo produto para o resto da vida!

“Por isso, o recomendado é que se use o ácido correto, você vai economizar e ter muito mais resultado” diz o responsável pelo estudo.

Nossa reportagem apurou que não há problema em usar o ácido antigo, mas só este ácido de baixo peso molecular (chamado cientificamente de Epidermosil) consegue definitivamente aumentar a espessura da pele.

Veja fotos do estudo, onde um paciente que usou o Epidermosil foi observado por 12 semanas:

Fotos retiradas do estudo científico sobre o ácido Epidermosil (fórmula do Nova Sérum).

O Epidermosil funciona melhor que o ácido hialurônico

Por ser ácido hialurônico de baixo peso molecular vetorizado com silício orgânico, o Epidermosil é a única fórmula realmente capaz de “engrossar” a pele por dentro e não deixar que o efeito se perca.

Os resultados, do ácido hialurônico comum são discretos e que duram pouco. 

Em compensação, os efeitos do Epidermosil original incluem a renovação celular. Isso significa que você pode lavar o rosto, pegar sol, fazer o que quiser: a água absorvida pela pele não vai se perder.

Resultados do NOVA SÉRUM na pele após 4 meses de uso.

No Brasil, a única marca que contém o Epidermosil é o Nova Serum

O grande problema de achar o ácido Epidermosil no Brasil é que este tipo de hialurônico tratado não é comum nas prateleiras. 

Isso porque cada colher de chá (5ml) deste ácido pode custar até 60 reais dependendo do fornecedor.

A boa notícia é que no Brasil a marca NOVA SÉRUM começou a produzir este mesmo ácido patenteado no nosso próprio país!

O NOVA SÉRUM é feito em indústria brasileira com padrões e fórmula internacionais. Ele não é comum pois é “vetorizado com silício orgânico”, um mineral extremamente importante para a regeneração de tecidos.

Feito 100% de Epidermosil, penetra totalmente na pele, sendo 5 vezes mais eficaz que os ácidos comuns.

Confira alguns benefícios do NOVA SÉRUM para a pele madura:

NOVA SÉRUM DISPONÍVEL APENAS NO SITE OFICIAL

Devido a popularidade do NOVA SÉRUM, alguns fabricantes de má fé estão se aproveitando para vender produtos falsificados ou com o ácido fora da composição vetorizado por silício orgânico. 

Para proteger nossas leitoras de fraudes, entramos em contato com os fabricantes originais do NOVA SÉRUM, e eles nos informaram o seu site oficial, que você encontra abaixo.

SITE OFICIAL DO NOVA SÉRUM – O SÉRUM DE ÁCIDO HIALURÔNICO VETORIZADO PELO SILÍCIO ORGÂNICO 

Além disso, eles também ofereceram uma “Garantia Blindada NOVA SÉRUM”, onde você tem 30 dias para sentir a diferença na pele ou eles devolvem TODO o dinheiro de volta, mesmo que você já tenha aberto e usado o produto todo.

Essa oferta é exclusiva para leitoras do site através do site oficial que você encontra abaixo:

PROMOÇÃO DE 50% PARA PRIMEIRA COMPRA DO NOVA SÉRUM.

REFERÊNCIAS CIENTÍFICAS: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3970829/
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3583886/
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5814393/